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6/19/2007

Lendas de Tomar


A Lenda que vos trago de momento é uma das mais contadas em Thomar a seguir á da Sta Iria.
Esta foi retira do livro "O ouro dos Templários " de Maurice Guinguand e passa-se a cerca de 3/4 Km do centro da cidade na estrada que conduz á barragem do Castelo de Bode, muito perto dos cardais mais um lugar romano.
Aqui fica:

"Na região de Tomar há um lugar onde,de noite,os espectros aparecem num cortejo macabro encontram-se no Reino das Sombras com criaturas subterrâneas e os guardas dos segredos escondidos.
Uma noite ,uma mulher sensível e inspirada pretendeu seguir os passos dos espectros e a sua sombra inquieta e curiosa junto-se à dos peregrinos alucinantes.
A mulher caminhou durante horas de um tempo inexistente com um grupo de guerreiros armados ,velhos caminheiros ,enrrogados .
Sem ter ouvido um som,soube de repente que a marcha terminara.O cortejo insólito parou de repente numa clareira húmida ,á saida de um bosque.
Foi então que a mulher conseguio distinguir os companheiros com quem caminhara.
Todos tinham uma cruz idêntica sobre o coração .
Em volta de um poço de bordo gasto,que uma oliveira morta cobria parcialmente com a sombra projectada pelo luar ,apareceram outras formas estranhas ,quais animais ou plantas nascidos de outro tempo ,que se juntaram à sombras .
Uma das sombras dirigiu-se à mulher "è aqui que travámos uma batalha e as pedras que vês ficaram avermelhadas devido ao sangue que correu.
Depois de termos encomendado a alma a Deus e à divina misericórdia da nossa Mãe na capela das Oliveiras ,viemos até Nabância no intuito de suster a horda dos cúmplices do mal.
Foi aqui ,perto da entrada deste subterrânio que conduz ao castelo que todos nós sacrificámos as nossas vidas,depois de de termos lutado até a morte ,na defesa da nossa Fé ,do nosso Rei e dos nossos bens.
E já que aqui estás entre nós ,vem mulher insensata !Verás o que nenhum ser vivo conseguiu ver há muitos séculos"
A mulher estava nesta altura diante da abertura .Sem saber como ,nem quando ,esgueirou-se pela passagem estreita .De cabeça baixa foi deslizando pela galeria húmida impregnada de um cheiro enjoativo a bafio quente ,a poeiras mortas .Seguio um caminho sinuoso e com solo escorregadio .
De repente a mulher ficou encadeada por uma luz súbita ,quando abriu os olhos ficou fascinada com a visão!Entre os os montes de pedras preciosas viam-se tecidos de ouro e prata e muitas moedas.
As suas mãos escaldantes fecharam-se sobre moedas de ouro .Guardo-as no bolso do avental.Alguns instantes depois encontou-se de novo ao ar livre .Mais do que correr voou até casa .De manhã ,assim que acordou ,foi ao avental procurou o bolso direito ,onde tinha guardado as moedas de ouro.Uma queimadura fêla dar um grito ,que abafou ao mesmo tempo que retirava a mão!"

Sabemos que são lendas, no entanto sabemos que nos dizem algo de verdade, e assim há que saber "separar o trigo do joio".
Este post serve de apelo para que nos tragam lendas/mitos/histórias não só sobre Thomar e TEmplários, mas todas as que achem que tenham a ver com este tema.

~~~PAZ~~~

31 comentários:

Azul disse...

Olá.
Em primeiro lugar quero agradeçer a todos pela vossa colaboração e bom rumo que temos vindo a dar ao blog.
Há muito que não colocavamos nenhum post, pois sabemos que o nosso publico está cada vez mais exigente e rigoroso.
Também um pouco por isso sabemos que este post vai criar algum atrito, pois todos queremos a realidade, a verdade e o concreto, e voltar a cair no imaginário pode ser um passo atrás. A nossa intenção não é essa, mas apenas, tentar aproveitar algo, das inumeras lendas que dos Templarios se falam e através delas tentar construir a verdade e a realidade...

Também por falta de novas pesquisas, pela escasez de tempo, e porque outros estudos/pesquisas não estarem concluidas, pedimos aqui, a quem estiver intressado em fazer algum post, desde que seja coerente, verdadeiro, exacto e responsavel, pode envia-lo para o mail: o_cruzado@hotmail.com

Cumprimentos

Luis de Matos disse...

Sobre esta lenda gostava de fazer alguns comentários.

Quando me comecei a interessar pelos Templários, era bem jovem, li vários livros, entre os quais o citado "Ouro dos Templários". Depois dessa época tenho lido muitos outros. Mas onde Atienza diz "A igreja [tal] está quase, quase, quase, a meia distância entre o castelo [tal] e a abadia [outra]", em Tomar e neste livro podemos encontrar referências concretas, verificáveis por todos ainda hoje e onde as pedras e torres e igrejas estão MESMO a certas distâncias e ângulos e alinhamentos.

"O Ouro dos Templários" tem o seu quinhão de fantasia, o que era próprio da época em que foi escrito. Mas, por entre conclusões forçadas (que facilmente se desfazem) e analogias pouco consistentes, tem o mérito de levantar uma série de assuntos de extrema importância para compreender Tomar e os Templários. Por exemplo, as explicações acerca de Visigodos são absolutamente reveladoras e pouco comuns noutra literatura sobre o tema. Sta. Iria não é esquecida. A questão das ângulações 17º, 34º e 36º são de partir a cabeça a qualquer céptico, porque implicam uma intencionalidade muito marcada. Enquanto em outros lugares, até nos de influência Templária, se começarmos a ler os números e a desmontar a arquitectura, eles dizem o que nós quisermos que eles digam (há sempre dois muros que fazem um ângulo "significativo" quando o edifício tem 1.000 muros...), já em Tomar as surpresas são inúmeras e não causadas pela estatística.

Isto para dizer que o livro citado tem, em minha opinião, muito mais virtudes do que defeitos, sendo que uma das principais virtudes é ter sido pioneiro. Muitos dos livros que hoje lemos sobre Tomar e os Templários em Portugal são repetições de autores que já repetiram o que outros repetiram. Muito poucos se deram ao trabalho de ir às fontes, de questionar, de verificar se é assim mesmo. Eu já vi os desenhos deste livro reproduzidos sem citação da fonte em livros da mais vasta proveniência. Por um mero acaso, são gráficos correctos. Mas podiam não ser.

"O Ouro dos Templários" fala, pela primeira vez, em muitos dos assuntos fundamentais de Tomar. E um deles é esta lenda.

Lembro-me, na primeira visita que fiz a Tomar com o grupo de investigação que então formava com outros amigos, de "a Louca" estar no nosso horizonte em todo o momento. Lembro-me de a termos procurado com o olhar em cada rua, em cada quintal nos arredores da cidade. Lembro-me de uma velha que pensámos ser "a Louca" (seria?) a quem um colega nosso foi fazer perguntas! No final, voltámos a casa sem conhecer "a Louca".

Anos depois, em conversa com Manuel Gandra (que passou alguns anos em Tomar), ele disse-me que a lenda era uma invenção dos autores do livro. Se alguém tem um arquivo pessoal relevante sobre Tomar é o Manuel Gandra. Só é pena que demore tanto tempo a colocá-lo cá fora. Ele tem uma carreira académica e uma reputação a defender, por isso não pode associar-se a pesquisas de "curiosos" e à divulgação de documentos que, ainda que contendo dados muito interessantes, se possam revelar menos científicos e sérios na sua argumentação. Talvez um dia coloque na rua uma resenha dessas "teorias", documentos e ideais não científicas sob um título que o isente de lhes dar mais crédito do que elas lhe merecem. Tipo: "Imaginário de Tomar e dos Templários nos últimos 200 anos - documentos, lendas, fotos e mapas que encontrei nos arquivos, que mais ninguém tem, e que parecem demasiado fantasiosos para ser verdade".

Sobre esta lenda, sempre gostava de saber se alguém confirma ou desmente a existência da "Louca".

Luis de Matos

______________________
Templar Globe
http://templars.wordpress.com

Anónimo disse...

Esta lenda não é uma loucura assim tão grande,pois já o meu tio a contava,isto à 50 anos atras.Ele chegou a conhecer a tal senhora.
So quem não conhece Tomar e as suas gentes pensa assim.
Estas lendas são trasmitidas entre familias e não por escrito.

Tiago M.

Anónimo disse...

Como diz ai o CM e o velho do restelo os livros nada dizem de novo todos vão as mesmas fontes buscar o vile metal e a fama.
Quem é Medeiros,Gandra,Amarante,Pinharande,Loução,Maurice e outros?Mercenarios nem mais.
Acho que temos mais a aprender com povo com as suas lendas que atravez desta gente que rouba as lendas e as trabalha para ganhar dinheiro.
Força azul e João todas as lendas tem um fundo de verdade.So mais uma coisa sr Luis de matos,acha que os calculos que diz o levam a algum lado?????

Brunissende

Anónimo disse...

AQUILA NOM CAPTAT MUSCAS.
PROMPTIUS EST OMNIBUS JUDICARE QUAM FAZER.


SENÉCHAL

Luis de Matos disse...

Caro Brunissende,

Os cálculos de que falo levaram efectivamente a muitos sítios. Não só a mim, estão ali para que todos possam usá-los. Este blog é a prova evidente que levaram outros a muitos outros sítios!

Quanto aos autores que cita, penso que está a cometer uma injustiça. Estão no mesmo saco pessoas muito diferentes, com motivações e competências muito diversas. Eu vejo os melhores como divulgadores. Sem eles, como seria possível conhecer opiniões diversas das nossas - tão importantes? Os piores são simples copiadores com um ego maior do que o indice dos seus livros. Mas estou de acordo sobre o que temos para aprender com o povo e as suas lendas. Neste aspecto, recordo-me de um livro do Moisés Espírito Santo que, muito bem fundado do ponto de vista etnográfico, é uma jóia da recolha das tradições profundas de Portugal.

Tiago, se a lenda tem mais de 50 anos, então "a Louca" já há muito que deve ter morrido. Será possível procurar um pouco mais acerca dela? Seria muito interessante poder saber quem era, de que família, quando nasceu e morreu, etc. Qualquer pequeno contributo pode ser importante.

Anónimo disse...

DEGRACONIS

Não entendo como podem incluir a história do Maurice no rol das lendas de Tomar. É por demais abusivo e representa uma total deturpação pelo que se entende por Lenda. Se o M.J.Gandra nega a veracidade da história, o faz porque na verdade não passa ela de um desvaneio, idiota, do Maurice Guinguand. Não tem ponta por onde se pegue, e afirmarem que já os avós de não sei quem contavam tal história, certamente deve-se a confusão com outra história louca qualquer.

Não sou alheio ao impacto que a leitura desse livro em hora juvenil da nossa vida possa ter no nosso imaginário. Também eu fui arrebatado por tal leitura. Só o facto, porventura feliz, de incluir o nome de Tomar na capa do livro, já que título original em Francês não o refere, é digno de nota, merece o livro tal epíteto porque realmente aborda em muitas das suas páginas Tomar. Talvez seja mesmo o único livro, não nacional, que tantas notícias dê dos supostos mistérios tomarenses. Louvado seja.

Contudo, uma leitura atenta por uns olhos atentos e instruidos, permite perceber que o livro é contaminado por inexactidões e abusos de interpretações. Podem testar; acabei de o abrir ao “cálhas” e que vejo: segundo reza a história São Bernardo foi druida dos Gauleses. Meus caros, mas que é isto?

De facto é um livro produto de uma determinada época, tempo áureo de Gérard de Sède (Gisors) e Pierre Plantard (o inventor do priorado do sion), que como todos hoje nós sabemos, foram impostores ou mitomaniacos, admitido por eles próprios na década de 80/90. Maurice G. no entanto não chega a tanto.

Sobre toda a geometria sagrada (do M.Guinguand) sou bastante céptico, não tenho possibilidade de a confirmar e não sei se cola com a realidade, pelo menos em tão grande escala. Sobre a demais, que não a deste tipo de livro, sou devoto.

Sobre os investigadores portugueses: O M.J.Gandra tem bastantes publicações, as quais recomendo vivamente, alias deve ser o único (ainda vivo) que posso recomendar, sem qualquer desconsideração pelo Pinharanda Gomes que tem se debruçado sobre temas paralelos, à excepção da tradução da regra primitiva templária. Muitas das minhas conclusões advém da leitura dos diversos livros do Gandra. O “Projecto Templário e o Evangelho Português” faz uma sumula das suas investigações. De leitura obrigatória.

Anónimo disse...

Sr Luis de Matos ,Brunissende é mulher e não homem.Aprenda a ler Frances.

Brunissende

Luis de Matos disse...

Eu tenho mesmo um problema com os pseudónimos! Quando escrevi a resposta, estive quase a não cometer o erro, contudo, ao "googlar" Brunisend só apareceu Mestre Matteo de Brunisend, arquitecto italiano do século XIII, pelo que nem dei pelo erro (falta um 's' e um 'e' no nome...). As mais sinceras desculpas.

Luis de Matos disse...

Caro Degraconis,

Estou genericamente de acordo com os seus comentários acerca dos autores que vão escrevendo sobre os Templários e Tomar. Contudo, há alguns dados em obras sobre outros temas que, parecendo colaterais, são na realidade parte do assunto Tomar/Templários. Há passagens em publicações diversas de autores menos conhecidos que escrevem sobre outros assuntos e, de passagem abordam Tomar. Em alguns casos há mesmos muito inspiradas reflexões que abrem caminhos de pesquisa muito frutuosos.

Eu procuro ler (e ver/ouvir) muitos autores, sem preconceito, porque mesmo os mais vazios, por vezes, vão roubar a fontes que eu não conheço! Sabe-se lá que pássaro nos vai trazer a novidade, se não estivermos atentos à sua língua?

No capítulo dos bons autores, dos que vale a pena escutar ou ler, temos por exemplo, Moisés Espírito Santo (que já tinha referido). Mas também há passagens interessantes do Luis Vidal Lopes (tem pouca coisa publicada, mas deveras interessante e no que se refere à sua versão da "Mensagem" para televisão - por certo demasiado extensa e arrastada - contém reflexões suas que não se encontram em outros lugares).

Também o desconhecido Olímpio Gonçalves (extensamente copiado, mas não citado, pela lista dada pela Brunissende no seu comentário, assim como por muitos outros mais), uma vez por outra refere em conferências ou publicações Tomar, deixando algumas reflexões pessoais de extremo interesse.

Já no capítulo dos recentemente passados ao Oriente (forma de expressão), não se devem esquecer Agostinho da Silva que, referindo Tomar poucas vezes, deixa extensas referências à Ordem de Cristo e aos Templários; bem como Raymond Bernard que destacou Tomar em algumas das suas obras - ainda que de forma confessadamente "velada" - desde os anos 60.

Já em parágrafo à parte cabe uma referência a Mestre Lima de Freitas, cuja obra de ensaio é menos conhecida em Portugal do que a sua obra de pintor (muito recomendável, a propósito), mas onde se podem encontrar jóias fantásticas.

Para quem gosta do tema e gosta de fugir a fantasias, tem aqui uma lista de fontes muito estimulantes. Alguém dá mais sugestões?

Luis de Matos

Anónimo disse...

DEGRACONIS

Meu Caro Luís de Matos, tenho gostado muito de ler os seus comentários. Anteriormente afirmei que só recomendaria o Gandra, mas em boa verdade tenho também devorado quase todos os outros autores que precisa no seu texto. Até mesmo o Olímpio Gonçalves (o anónimo de Sintra como se fazia passar) conheço, apesar de ser homem de obra pouco exposta.

Em muitos deles tenho encontrado essas referências que sublinha, são ois muitas vezes portas para outras obras.

Ps: A Sra. Brunissende escusava de ser indelicada como foi pelo lapso do Luís de Matos. Não entendi a sua agressividade.

Anónimo disse...

DEGRACONIS

Talvez não fosse má ideia constituir aqui uma bibliografia de livros que conheçamos. Que tal? Quem sabe se não os poderemos fazer circular entre os interessados.

515

Luis de Matos disse...

Caro Degraconis,

Estou de acordo com a bibliografia se for do interesse dos vários visitantes. O último que devemos fazer é ter pretensões de cátedra e orientar quem quer que seja. Eu, por mim, quando comecei, não me importaria de ter tido essa ajuda! Mas, uma tal iniciativa pode ser mal entendida, como imagina.

Se houver quem queira uma lista e até queira contribuir para ela, eu por mim estou aqui para as curvas. De momento não estou em Portugal, mas quando volte posso passar pela estante e sugerir algumas leituras.

Luis de Matos

Tavares disse...

Antes demais um olá todos os participantes do blog, tenho andado arredado destas andanças por motivos profissionais e assim vou continuar mais algum tempo.

Queria dizer que estou de acordo sob a bibliografia de livros, acrescentava só a lista os endereços web. Só lê o que se mencionar na bibliografia quem quer, dai não ver motivos para que sejamos acusados de orientar doutrinas do que quer que seja.

Quem me conhece sabe que busco a verdade e não Lendas porêm, DEUS escreve direito por linhas tortas, palavras que para meio entendedor bastam. A investigação de um tema pode ter um objectivo que alcançado consideremos o fim da busca, e mais de mil e um começos de a iniciar. Cuidado com as lendas, mas quem queira enverdar por ai, que o faça, mas que medite bem sob a verdade da mentira.

P.S MSM só no fim de semana
A todos os que me queiram contactar via MSM aui têm mais uma vez o meu email: sergio_tavares82@hotmail.com

Saudações

Anónimo disse...

Esta visto que o senhore Tavares é muito novo.
É mais um caçador de tesouros que no fundo nada sabe,mas que tenta sacar informações.
O caminho é tão longo e tenha cuidado não faz ideia dos riscos que pode correr.

C.C.

Tavares disse...

Caçador de Tesouros? Acha mesmo? Se acha que ache, se o deixa feliz, não me importa o que pensa.

Sim procuro o conhecimento, não tenho o problema em o comfirmar nãosou e não serei daqueles que se acham sabedores da verdade.

A ameaças poupe-se a isso se tiivesse medo não entrava com o meu nome verdadeiro no blog, talvez com mémé, gugu, dada, db, zz...

Luis de Matos disse...

ou C.C.

Anónimo disse...

Ou Luis de Matos.

Luis de Matos disse...

Não, porque Luis de Matos corresponde ao grupo de pessoas que assina com o nome real. Um dia falamos da razão psicológica para a escolha de pseudónimos.

Anónimo disse...

Não sei se faz ou não. Não o conheço.

C.M. disse...

ola! começo por agradecer desde ja a vossa disponibilidade para ceder a vossa bibliografia, no meu caso que nao tenho mt tempo para procurar, essa informação seria mt util á minha pessoa.
em segundo lugar aviso que tenho um defeito leio, mas os autores nunca os fixo (manias) provavelmente ate ja li alguns desses livros mas... nunca se sabe.
em terceiro lugar depois de saber da existencia da tal senhora (a louca) fiz uma demanda na sua procura e encontrei-a mas infelizmente nao pode falar com ela pq ja tinha falecido á um ano atras. posso adiantar que foi nos finais dos anos 90 que ela morreu e viveu sozinha numa das casas sociais da camara.

um abraço e ate á proxima.

C.M.

Anónimo disse...

DEGRACONIS

De acordo com o que falámos espero que divulgues o nome da senhora e qual a campa do cemitério. É capaz de tornar-se local de romaria. Está nas tuas mãos.

39º36'09.16''N
8º24'28.90''w

Anónimo disse...

Para quem afirma não acreditar em lendas estão muito bem informados.
Deixem os mortos em paz.
Já agora acham que o (tesouro) ainda esta no mesmo sítio?
O que vosses andam a fazer já centens de pessoas o fizeram.
Chama-se a isto falta de trabalho.
O azul e o João deviam de ter mais cuidado com aquilo que dizem e o mesmo para o resto dos comentáristas.Nunca se sabe, acidentes podem acontecer!

322

Anónimo disse...

É verdade acidentes acontecem, como é exemplo disso o seu comentário.

321

C.M. disse...

nao tenho mais informaçoes á cerca da senhora em questão poderei assim q me for possivel tentar junto das pessoas com falei tirar mais informaçao a cerca disso.

até á próxima.

Anónimo disse...

Ui

322

c.m disse...

so mais uma coisa as coordenadas sao de onde??

Anónimo disse...

DEGRACONIS

Meu amigo de armas CM, sabes bem de onde são. Do cemitério :)

Anónimo disse...

De que cemitério estão a falar Sr Degraconis.

Pedro Silva

Anónimo disse...

DEGRACONIS

Pedro Silva,

Conheci o CM através do jantar do Blog e tive a oportunidade de falar com ele sobre essa história. Das suas inquirições resultou o que ele expôs acima, mas que pouco acrescenta aos dados já conhecidos, enquanto não documentado convenientemente. Falámos novamente e propôs-lhe que tentasse obter dados mais concretos, nomeadamente família, casa e local do eterno repouso após a passagem ao Eterno Oriente. Possivelmente tal local situa-se nas coordenadas que deixei registadas no blog, o cemitério de Tomar. Apenas isso (para infortúnio nosso).

Folgo muito em vê-lo por aqui Sr. Pedro Silva (ou estarei equivocado na pessoa?)

R

Anónimo disse...

Obrigado Sr Degraconis.
Pedro Silva