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12/26/2006

Sta Maria do Olival





Pois já que puxamos pelo tema...Vamos la então ver se consegui-mos debater e chega a alguma conclusão.
É no Sec V que foi construido este Templo,por monges Beneditinos,que ali fizeram um convento .Esta num local de fortes energias teluricas e de grande espiritualidade,foi votado ao abandono de quando das invasões árabes e reconstruido pelo Grão Mestre D.Gualdim Paes ,que nela faz casa espiritual para os Templários e seu Panteão. Neste templo estão sepultados os 22 Mestres Templários ,mais o grão mestre D.Gualdim Paes, estão sepultados no piso inferior do Templo ,em criptas ,cuja entrada foi colocada uma grande laje por alguém... cujo segredo não quer revelar !(em 1942).
Este Templo foi reconstruido para ser un centro ecomenico de todas as religiões ,exemplos:
- temos o nº 8 ,que è o nº muito especial para judeus e que esta representado ,nos 8 degraus da entrada do Templo e as 8 ogivas do altar e nos 8 pilares do templo ,nº 8 que representa o infinito.
-temos a imagem de Nossa Senhora do Leite ,trazida por D.Gualdim das cruzadas ,e que muito representa aos cristãos .
-no centro do Templo temos um cálice ,esculpido no chão ,que é tão claro aos budistas.
-por fim temos o pentagrama ou estrela de Salomão com 5 pontas ,que representa 1-espirito ,2-ar,3-fogo,4-agua e 5-a terra,ou seja o espirito comanda a materia,simblo tão crido ao árabes.
Este Templo é dos centros espirituais mais importantes da humanidade ,comparado as piramides do Egito e as piramides Incas e Maias. Existem no templo capelas laterais,que foram abusos cometidos por D.Manuel e D.João III ,todo o resto é Templário.
Note se que no chão estão algumas pedras tumulares ,mas que debaixo nada tem ,pois o corpos estão nas criptas no andar infrior. Debaixo do Templo temos ainda as entradas para os subeterrânios ,que levam ao Castelo e à baixa da cidade.
De frente ao Templo temos ainda a Torre da atalaia de origem visigoda e que servia para comunicar com o Castelo.
Quem pelos nossos dias de Inverno,passear pela zona envolvente ao Templo facilmente, se depara com inumeras obras, e projectos. Até vão mudar a estrada que passa em frente ao "nosso" Templo, para passar nas suas traseiras. Já que não se pode remexer dentro do Templo que se remexa fora dele...À que estar atento...



26 comentários:

cm disse...

bem, antes de mais, parabens pela iniciativa de fazer o site. no entanto temos que ter cuidado ao expormos as coisas, pois nem tudo é o que pareçe e por vezes so vemos aquilo que queremos ver. quanto ao calice desenhado no chao nao é assim tao claro, visto no local, parece-me mais a base de uma cruz da qual desapareceu o resto da forma e que por coincidencia se assemelha a um calice.
A questao da existencia da cripta nao tenciono po-la em causa porque nao sei se relamente existe. no entanto nao sei precisar a data mas penso ter sido no sec. XVI, a igreja sofreu uma intervenção na qual retiram e modificaram os tumulos dos cavaleiros ali enterrados.
nas obras feitas pela dgm o chao foi comletamente mexido e nao referencias a nenhuma abertura no solo, no entanto tambem duvido que se houvesse algo ali guardado nao tivesse sido removido.
por outro lado acredito que se nao está, esteve la alguma coisa guardada.

DEGRACONIS disse...

Sobre este panteão que foi a Igreja de Santa Maria do Olival (cuja denominação inicial era outra), muito teremos a debater. Em tempo oportuno. Mas para já umas breves linhas.

Subscrevo o que o comentador CM (será Câmara Municipal? Já aqui andam? ) diz sobre o tal baixo relevo do piso da igreja. Qualquer semelhança com um Graal só se verifica em virtude da degradação, intencional ou não, do resto da figura. Trata-se da base de uma cruz, que em muitas igrejas podemos encontrar. A ser um Graal, será deveras estranho, muito esguio e geométrico. Não tem sentido tal representação.

Em relação ao tema da cripta e subterrâneos fico atento a novos comentários, pois tem sido um dos temas que tenho andado a investigar á muito tempo. No blog não acrescentam dados novos que já não sejam conhecidos. Ou seja, repetem o que a cultura popular tem vindo a repetir. Mitos que estão difíceis de desvendar. Logo que oportuno darei detalhes das minhas investigações. Tenham em atenção que existe descrições de alguns dos túmulos que lá existiam antes de destruídos, e que pelas suas descrições poderemos perceber onde se situavam exactamente. Um deles era do Mestre Lopo Fernandes. A sua capela funerária e bela sepultura situava-se no lugar que é hoje a Sacristia. Etc.

DEGRACONIS disse...

Depois de alguns reparos aos textos já publicados no blog, e que apenas servem para um alinhamento com os factos históricos, passo ao momento seguinte. A iniciação aos mistérios Tomarenses, sem no entanto abster-me de pautar-me por uma coerência com a realidade factual(no que for possível).

Do pouco que poderei partilhar convosco, apelo-vos ajuda no âmbito de apurar a verdade do que direi. Porque em boa verdade não sei se terá correspondência com o real, senão apenas com a ficção, tão cara(e apetecível) aos investigadores líricos dos dias de hoje.

No fim do século XIX foram vários os abatimentos de terra que se verificaram na rua da Graça, junto à igreja da Misericórdia. Supõe, autor da época, que tal seria a abobada de um tunel abater-se naquele ponto, pois por tradição corria em Tomar a ideia de que entre o castelo e a igreja de Santa Maria de Tomar existia uma via subterrânea que teria o seu desfecho ( ou começo, como se queira ) na torre, ou como outros dizem, dentro da própria igreja. Pelo que se constata tem-se a ideia que tal túnel passaria por tal rua. Pergunto. Terá sentido?

Mais ainda. Esclarece-nos que na base do castelo, chamado castelo novo, há uma abertura com degraus, que a não ser o inicio de tal via, não se sabe onde irá desembocar. Julgo que ele está a referir-se à torre de D.Catarina, mas não tenho a certeza. No entanto à relativamente pouco tempo tive oportunidade de conhecer “nativo” da zona de Tomar que contou-me que quando criança brincava nessa precisa torre. Relata-me que exista umas escadas, as quais desciam, deparando-se no entanto com o túnel obstruído um pouco mais à frente. Infelizmente perdi o contacto de tal indivíduo.Das incursoões que foram feitas a tal local, à pouco tempo, tal não se consegue verificar na plena certeza, apesar de ainda se conseguir perceber que algo existia ali. Alguma achega a isto?

Acrescenta ainda, tal autor, que “… É certo que um velho, que viveu no tempo dos frades e depois foi guarda do convento, nos disse, já há mitos annos, que tinha descido na companhia de alguns frades e que havia chegado até debaixo da população, porém que não poderam continuar por estar tudo muito entulhado e haver já difficuldade em respirar…”

Tais relatos no ano de 1903, tendo o autor de tais linhas falecido em 1905.

Quem familiarizado com a literatura moderna sobre o tema, não se surpreende com tais factos. Porém, talvez sejam estas as linhas que inspiraram os pseudo romancistas templaristas dos nossos dias. Ler tal, escrito numa época em que ainda não “rendia” dinheiro escrever sobre tal tema é deveras delicioso. È tal que implusiona-me na senda dos mistérios templários.

Tal a verificar-se ( a passagem debaixo do rio ), estamos diante de um feito talvez inédito. Alcançado somente pela engenharia moderna, caso do Tamisa.

Faz-se tarde. Continuarei numa próxima oportunidade.

DEGRACONIS disse...

Se o tal túnel, quer a ser uma simples mina de água ou autentica via subterrânea, não passam do foro da mitologia tomarense, porquanto não existe qualquer tipo de dado que nos aponte noutro sentido, outros relatos mais objectivos existem.

Como é do conhecimento geral, a cidade de Tomar tem sido, desde à pelo menos dois séculos, alvo de uma série de intervenções arqueológicas, que dentro do possível tem persistido. Tal insistência não é eco das mitogenias templárias ou reflexo de uma burlesca procura de um tesouro graalistico. É fruto da constante suspeita de ter sido Tomar um importante centro civilizacional romano, a par das outras “polis” romanas. Scallabis e Conimbriga. Se estas duas estavam bem definidas em termos de localização, de Seilivm não se sabia as coordenadas. Localiza-la era um desafio, terreno por desbravar. Cláudio Ptolomeu refere-se a Seilivm como situada entre as outras duas cidades, o que tornava bem viável Tomar como sendo a antiga Selivm.

È nesta linha de ideias que encontramos a insistência de “cavar” em solo Tomarense.

Mas porque falo eu de tal assunto? Porque das pesquisas arqueológicas levadas a cabo em Tomar, e já transpostas para esboços e esquemas tal malha urbana, podemos aproximar-nos do que Gualdim Paes conheceu na altura. È sabido que em tal época essas construções, em ruínas possivelmente, eram bastante visíveis, tendo contribuído para as mais diversas decisões de Gualdim Pães. A igreja de santa Maria do Olival é um exemplo. O quase sepultamento da igreja atesta o quanto esse passado arqueológico (e religioso) influenciou as decisões da milícia templária Portuguesa em terras de Selivm.

Repare-se que em 1570 ainda se viam muitas ruínas entre a Igreja de Santa Maria do Olival e Santa Iria.

Contudo, nem todas as intervenções foram exclusivamente apadrinhadas por esse espírito de descoberta de construções romanas. Na década de oitenta alguns naturais, e por isso familiarizados com as diversas lendas locais ( Santa Iria, Paços de Castinaldo, vestígios romanos, túneis, etc ) efectuaram uma pequena sonda atrás do quartel dos bombeiros. È assim que são descobertos, e postos à vista, as ruínas que hoje conhecemos junto ao tal quartel, o que provavelmente foi o Forum. Ao abandono infelizmente.

Estes campos de trabalho, no âmbito da tal cidade romana perdida, têm os seus efeitos colaterais. Não só descobrem elementos circunscritos a tal período, como também revelam outras épocas de povoamento. No nosso interesse, o período medieval. Assim, poderemos dar conta, da descoberta de um túnel a vários metros de profundidade perto da alameda 1 de Março, do qual se tem duvidas se do período romano ou medieval. Toma este, o sentido do Fórum ou de Santa Maria do Olival ( o fórum é perto da igreja ). Julga-se que existe um outro poço junto ao fórum, contudo não escavado.

Estamos perante um dado concreto e documentado. Será um dos tais túneis? Este existe e não é mito. Os especialistas não o conseguem catalogar em termos de período, apontado que pode muito bem ser medieval.

Mas existe outros depoimentos documentados dotados de um gostinho especial de mistério. Veja-se o que nos diz Pedro de Roure Pietra em 1836, um dos primeiros administradores da fábrica de Papel do Prado.
Segundo informações deste, além da junta de paróquia ter mandado quebrar as cruzes templárias do adro da igreja ( tal devia ser a força da imagem destas ), encontra-se num dos quintais perto da igreja, cave toda ela forrada a cruzes templárias. Mais ainda, a boca de um dos poços ali existentes tinha na “boca” uma cruz templária. Interessante não? Faz-me lembrar a pequena gruta na mata dos sete montes, que de igual forma está marcada ( já percorri tal túnel pantanoso).

Saudações Fraternas
(Espero noticias vossas.)

Azul disse...

Olá.
Boa noite. Peço imensa desculpa por só conseguir responder agora.
Antes de mais, gostaria de agradeçer a todos os participantes neste blog, pois a vossa colaboração é importante no sentido de se "desmistificar" alguns assuntos ligadas a esta ordem templaria. No entanto, vai um agradeçimento em especial para o DEGRACONIS, que além de participar em alguns temas bastantes polémicos e intressantes dessa forma, tem nos dado a sua imp. opinião e levantar outras questões sobre diversos assuntos relativos à passgem desta ordem por terra lusas. Também queria agrader a sua correcção feita a alguns assuntos, que admito ter dado demasiada importância.
No entanto vou deixar aqui um texto que foi retirado do livro de Eduardo Amarante (templàrios ,da formação de Portugal às Descobertas ,vol 4-tomo 1 e relata a descrição dos subterraneos no convento de cristo ,castelo,e baixa da cidade.

"Os cavaleiros templàrios usavam o templo para iniciações de cavaleiros .Na ausência de porta para o exterior ,a entrada fazia-se pelos subterraneos ,onde os candidatos teriam de passar pela prova dos quatro elementos.Um dos acessos para os subterraneos do convento situa-se algures na parede do poço que se encontra no pàtio de entrada do seminàrio.
Pessoalmente visitei no local ,em 1991,acompanhado por un funcionàrio do ippar ,uma câmara subterranea com vestigios numa das paredes de ter havido ai uma entrada que foi posteriormente tapada .O mesmo sucede na capela subterrania da torre de D.Catarina
en que è visível uma porta que dava acesso a um tùnel e que se encontra desde hà anos tapada .Estes subterraneos comunicavam entre si e com a Igreja ou templo de Santa Maria do Olival,casa matriz dos templàrios ,onde nos anos quarenta ,foi colocada uma enorme làpide na entrada do tùnel situada na nave ,pròximo do altar-mor,que ,bifurcando-se ,conduzia ,por un lado ao mosteiro de St Iria e por outro ,chegava atè à praça da republica (onde se encontra a igreja de S.João Baptista),passando por baixo da rua corredoura(actual rua Serpa Pinto).Dai seguia seguramente para o interior do castelo,não fosse .à semelhança de outros subterraneos ,o encontrar-se tapado."

Contudo não nos podemos deixar seguir/influenciar por livros, pois muitas informações neles contidos leva-nos à imaginação de cada um... por fica esta mensagem, também muito antiga...

"Encontraràs mais nos bosques que nos livros; as árvores e as pedras ensinar-te-ão coisas que nenhum homem poderá dizer-te."

bernardo de claraval

Saude até breve ;o)

Azul disse...

Olá de novo.
Uma vez que falou em Sellium, tomar romana, acho que me de a ideia de por um post sobre esse tema, visto ser um tema muito complexo, e a cidade tomar e o seu concelho ser muito rico em villae romanas... e mesmo pontes romanas espalhadas visto que a via que segui para de Olispo para Bracara-Augusta passava por Sellium.
Visto que os Templarios (só-em portugal) gostavam de zonas romanizadas (ou pelo menos anteriormente povoadas). Penso até que os tuneis que falamos em tomar... nomeadamente o do Panteão de Sta Maria do Olival, tivesse sido primeiramente catacumbas romanas, tenho ideia, que os visigodos apenas espalharam a sua cultura e arte pelas paredes dessas catacumbas e que os templarios apenas reforçaram esses tuneis...talves pura imaginação.. não sei até que ponto...
O que é certo e que não nos podemos esqueçer é do povoado da Anunciada-Velha, também romanizado, que passou a ser uma quinta templaria; tal como cardais outra villae romana a poucos km de tomar, também foi uma quinta templaria... Não sei ate que ponto estar a relacionar a actividade templaria às vivencias romanas, pode estar correcto. Com isto conclui que temas para pôr no blog, não falta... o que falta é mesmo tempo, para a expandir e pesquisar melhor...
em breve com mais tempo voltarei.
Saudações Templarias a todos.

DEGRACONIS disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
DEGRACONIS disse...

Grato pelo vosso agradecimento.

Antes de desenrolar-me no comentário de agora, quero dizer-vos que a minha contribuição assídua irá abrandar nos próximos tempos em virtude de alguma escassez de tempo. Os templários exercem em mim tal fascino que não resisti a participar de uma forma quase complusiva no blog, para mais com um título alusivo ao panteão de Santa Maria de Tomar. Contudo nestes últimos tempos o meu espírito tem pairado sobre outras investigações. A Quinta da Regaleira, que presumo conhecerem.

Os trabalhos de investigação do Eduardo Amarante, a par de alguns de outros investigadores da mesma altura, inserem-se no espírito providencialista português. Aliás repare-se na cultura portuguesa produzida nos últimos quatrocentos anos, Sebastianismo e Quinto Império (essencialmente). Estes autores reanimam essa alma que persiste em nos assolar, esse sentimento messiânico e consolador, próprio de uma nação que foi tudo e que passou a ser nada, mas que espera o seu súbito ressurgimento como um império de cultura ( no dizer de Fernando Pessoa ). A estreiteza deste local não permite-me alargar neste tema. Adiante.

É curioso, mas os volumes que há uns anos faltavam-me dessa colecção do Eduardo Amarante, Templários de Milícia Cristã a Sociedade Secreta, composta de oito volumes, adquiri-os em Tomar. Informo, para quem os queira adquirir, que a editora Zéfiro está a edita-los, não em oito volumes mas ai nuns três mais compactados.

Muito temos agradecer às contribuições do Eduardo Amarante, pois foi profícuo nos temas que tratou. Conheci-o numa conferência à quinze anos ( era eu um adolescente ) e por ele conheci a HPB, que em muito contribuiu para a minha formação inicial esotérica.

Da citação que transcrevem no Blog ressalta-me algumas questões e não sei se poderão-me ajudar na sua compreensão. Quem plagia quem? O Eduardo Amarante ou o André Jean Parachi? E porquê a pertinência desta questão? A quase totalidade do depoimento do Eduardo é igual ao depoimento do Paraschi nos seus livros. Tiveram os dois acesso a tais conhecimentos ou limitam-se a repetir-se? Donde realmente vem tais conhecimentos? Seja como for, de um ou de outro, fico com a sensação que romantizaram a lenda popular com o acrescento de uns dados mais concretos, porque da descrição que obtive de um natural de Tomar, tal lugar na torre da D.Catarina, não é caso para enfatizar que lá existe uma porta(no sentido literal) com acesso a um túnel, já para não falar da habilidade em chamar a tal sala, de câmara ( iniciática porventura ). Sobre tal oportunamente falaremos, até porque tal local não é de negligenciar, julgo mesmo que será da maior importância para dar uns passos no trilho da verdade.

Para quem leia este texto e não conheça o André Jean Paraschi, deixem-me em forma de intercalo dar conhecimento de que personagem se trata:

“Em 29 de Dezembro de 1992, a Ordem do Templo foi restaurada canonicamente pelo Papa e Patriarca de Alexandria e Toda a África da Igreja Ortodoxa Grega, Parthénios
A Ordem do Templo é assim restaurada com a benção e consentimento Canónico da mesma Fonte de Honra(Fons Honorum) e do mesmo Poder Espiritual que deu início à sua existência no século XII. O evento foi amplamente noticiado na imprensa helénica e portuguesa.
André Jean Paraschi foi empossado como Grão-Mestre. Algum tempo depois a Ordem do Templo recebe a benção do Eminentíssimo Exarca do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla para a França e Penísula Ibérica. Recebe ainda a benção do Eminentíssimo Arcebispo de Thyatheira e Grã Bretanha e do Eminentíssimo Arcebispo de Suceava e Radauti.”

Foi sem dúvida um dos grandes estudiosos no nosso pais do tema Templário, tendo nos legado (já falaceu),entre outros, os seguintes livros:

História dos Templários em Portugal / Expansão Territorial.
História dos Templários em Portugal / A Fundação e os Mestres da Ordem.
Símbolos Mágicos(?) da Ordem do Templo e da Ordem de Cristo.
A Restauração da Ordem do Templo.
Portugal Mágico dos Templários / Roteiro de Locais e Monumentos Templários em Portugal.
Segredos Templários: Bafomé.

É um dos incontornáveis autores modernos no estudo do movimento do templo em Portugal. No livro Portugal Mágico dos Templários aparece o Paraschi na Igreja de Santa Maria do Olival com o Senhor António Mendes (será este o nome?), guarda do templo, a mostrar algumas curiosidades deste lugar.

“Um dos acessos para os subterrâneos do convento situa-se algures na parede do poço que se encontra no pátio de entrada do seminário” citação da citação. Quando li tal descrição à uns anos procurei saber de que local se tratava, mas o nosso empenho foi escasso, e não obtivemos conclusão sobre onde se situaria tal local. Alude-se a um tal seminário, mas não o localizo. Alguma ajuda da vossa parte? Agradecia.

Antes de terminar e já com o Deus Cronos a ceifar-me o tempo, um comentário brevíssimo à importância das “vivências romanas”, como dizem no blog, e para reflexão, alias como é sugerido.

Quando os templários começam a edificar o castelo urgia conclui-lo rapidamente, porque podia dar-se o caso de um momento para o outro, serem atacados pelos Sarracenos, apesar de naquele tempo existirem fortalezas mais avançadas, Santarém e Lisboa e algumas no Alentejo. De qualquer forma havia pressa em dá-lo por terminado. Como tal era natural que aproveitassem todo o material de construção que pudessem colher nas ruínas da antiga cidade de Nabância que situava-se a nascente do rio. Foram então recolhidas dali todas as pedras que servissem o propósito e pouco lhes deve ter importado o valor artístico ou alto valor histórico que elas tivessem. Nem o devido merecimento tiveram na aplicação no castelo, pois muitas, e excepção faz-se à pedra da base da torre de menagem com a inscrição de Génio do Município, estão viradas ao contrário, e possivelmente amiúde viradas de forma a que hoje não as conhecemos. Decerto eram obras do paganismo e não os preocupou utiliza-las.

Remate final: Não se fique com a ideia que, apesar de fascinado pelos templários, pretendo única e exclusivamente desmistificá-los, pois a natureza de muitos dos meus comentários apontam nesse sentido ou descredibiliza o mote lendário.

A verdade é uma descoberta de sucessivas mentiras cada vez mais pequenas, e em tal verdade devemos fundar a nossa busca. Se não eliminarmos o que pode ser ficção, se não separar-mos o “trigo do joio” nunca nos poderemos concentrar no que talvez seja mesmo a verdade. Ela existe e aguarda-nos, contudo com tanto joio escapa-nos o local exacto onde procurar a verdade ou o mito que não é mito. Garanto-vos que a realidade é bem mais fantástica do que a ficção, temos é medo de a procurar porque na verdade não acreditamos que ela existe, e acabamos por viver uma vida num mito.
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DEGRACONIS disse...

Boas...

Alguma novidade sobre a localização desse tal poço junto ao seminário, Azul?????

Apelo à contribuição do CM no blog.

DEGRACONIS disse...

Dê-se o caso de não saberem também onde tal poço do seminário se encontra, poderemos encetar uma demanda em conjunto a tal local através da troca de opiniões e informações, por aqui ou mesmo por email.
Fico aguardar notícias.. PAX

Azul disse...

Ora viva. Peço novamente desculpa pela resposta tardia,estamos realmente numa altura muito critica no que se trata á escola, pois as frequencias,os trabalhos e os relatorios, insistem em não dar treguas,nem por minuto..
Vamos ao que intressa... Partindo do inicio... o que se entende por "Seminário"...é um sitiu onde se ensina a relegião,,, tendo em conta que estamos a falar no convento de cristo,,, e tendo em conta as suas dimensões, parace me dificil,saber qual o poço a que o autor se refere... por outro lado, podemos analisar também a altura em que o autor refiriu tal afirmação... tentando confrontar com cartas ou documentos da mesma altura procurando algo sobre o tal "seminário" que procuramos..
Na minha opinião penso.. que o seminário trata-se do convento em geral (não pensando numa sala concreta..).. possivelemente a entrada.. seria a entrada do Castelo para o convento... pois para mim essa entrada é muito mesteriosa..(tema a discutir mais á frente), por outro lado... referindo se a poços... o que não falta no convento são poços que dão em cisternas... mas no texto descrito refere-se a uma parede do poço.. em tempos também ouvi que as cisternas estavam toda ligadas e que havia passagens entre elas.. até me pareçe relativamente logico, se bem que hoje na maioria das cisternas,, não poderemos chegar a qualquer conclusão sobre isso, visto estarem quase todas elas "mexidas"... espero saber a opinião dos outros visitantes ou de quem se quiser manifestar..
Contudo visto o intresse do degracoins queria lhe fazer um convite em especial para um jantar ca em Tomar, com amigos templarios, em principio marcado para o inicio de Fevereiro... se estiver entressado escreva para o_cruzado@hotmail.com
Qualquer duvida não hesitem.
Abraços e Paz no mundo!

DEGRACONIS disse...

Antes de apreciar o gentil convite umas palavras mais sobre a nossa aventura Templária-Blogiana.

Voltei a reler as passagens do Eduardo Amarante sobre os tais subterrâneos. De uma leitura atenta (que não fiz da primeira vez) verifico que afinal tal citação do Eduardo é precisamente retirada do Paraschi. Injustiça minha pensar que tratava-se de plagio. Plagio sim mas assumido. Se com o Eduardo ainda podíamos tentar alguns esclarecimentos, apesar de ele actualmente estar a viver no Brasil, do Paraschi esclarecimento algum poderemos obter, pois infelizmente faleceu ( prematuramente ).

Mas analisemos as suas afirmações:

Primeiro, a confusão da frase é tremenda, e talvez até intencional.
Diz-nos ele que “na ausência de porta”, e sem dúvida esta a referir-se à Charola, corroborando esta afirmação em excerto do livro “Monumentos Das Ordens Militares Do Templo E De Christo Em Tomar”, citado na mesma página pelo Eduardo, em que se refere que “Exteriormente não tem porta….”.

Infelizmente não consegui ainda obter tal livro, não porque não o encontre mas porque na verdade não se o consegue adquirir por menos de uma vintena de contos ( mas sei onde se encontra à venda actualmente para quem quiser). Não duvido que tal afirmação seja literalmente extraida do livro, mas julgo que o autor ( J.A.Santos 1879 ) se equivocou na leitura do livro Monarchia Lusitana (ano de 1597 o primeiro volume) do Frei Bernardo de Brito (ou no livro do V.Guimarães) onde se pode ler o seguinte:

“… Comunicação com o exterior não havia, não só porque não era precisa,…” e logo nos diz o porquê “mas porque era ali um dos ângulos da fortaleza…”

E não era precisa porquê? Porque a povoação ficava a nascente do castelo e já existiam , julgo eu, três portas no castelo, duas delas ainda hoje visíveis. Do lado da Charola não havia necessidade de haver porta. É a isto que ele se refere e não especificamente à Charola ( esta estava inserida na malha da muralha, pensa-se). Extrapolou-se erroneamente que se referia à Charola e como tal, o facto de não ter comunicação com o exterior se referia a que não havia entrada visível nela. Infelizmente, porque tal sempre fascinou-me, mas a busca da verdade acabou por esbarrar-me em tal texto que bem lido, e por inteiro, nos leva de novo a meter os pés no chão. (e que chão?).

Mais diante no texto podemos então ler “Uma única porta lhe conhecemos que daria entrada aos templários para esta casa. …. É ela virada ao nascente e, pelo arco de volta redondo que ainda se vê embutido na parede que fizeram mais tarde, transformando essa porta numa janela mais pequena, não diz do resto do edifício… Por cima dela estava aberta também uma janela ou fresta, donde viria abundante luz no interior e onde encontramos uns botões, característico ornato do século XII…”

Não quero deter-me em detalhes excessivos aqui, mas lembrem-se que essa entrada esta virada a nascente ( contrária à tradição do rito romano de colocar o altar a nascente e a entrada a oriente ) e está a Charola a ocidente, em relação ao povoamento/castelo. Existe pois uma intenção simbólica associada à sua implantação e orientação. Tal como a concepção mística romana do Homo Viatur, em que a manifestação no mundo é simbolizada a sul ( pórticos Manuelinos todos a sul ) e a morte a ocidente, também a mística cristã assimila este conceito, no qual o ocidente mais do que o lugar da morte, física, é o lugar da Ressurreição, do triunfo da vida sobre a morte. Sublinho que a Charola é símbolo do Santo Sepulcro. E pronto, fiquemos por aqui, porque não é sitio nem momento.

Alonguei-me e já não tenho tempo para continuar…. Continuaremos posteriormente a comentar a citação que serviu de leitmotiv a este comentário…

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DEGRACONIS disse...

Por razões de força maior tenho que declinar o vosso amável convite para a data referida. Proponho no entanto a data de 12 de Março para reunir o conclave em jantar templário, sendo no entanto dia 12 uma segunda-feira, que fique esta data como simbólica, e combinemos para dia 10, Sábado. O enigma de tal data fica reservado aos cavaleiros que efectivamente se honrem comparecer.

JOÃO disse...

Quero dizer ao Degraconis que compreendemos o declinar do convite e que faremos o jantar na data proposta,mas ficando para mais tarde a comfirmação.Quanto a 12 de Março,essa data tão especial,pro castelo e pra cidade deixo o resto das pessoas descobrirem o porque de 12 e não 1,tal como diz degraconis,fica reservado aos cavaleiros que honrem em comparecer.Nesta viagem que estamos a fazer em conjunto devemos ter estas palavras na mente:"procurar o (graal) que não no coração è recusar colocar a questão essencial".saudações fraternas.

DEGRACONIS disse...

Prossigo agora a análise que no comentário anterior vinda fazendo à citação que volto a repetir.

"Os cavaleiros templários usavam o templo para iniciações de cavaleiros .Na ausência de porta para o exterior ,a entrada fazia-se pelos subterrâneos ,onde os candidatos teriam de passar pela prova dos quatro elementos. Um dos acessos para os subterrâneos do convento situa-se algures na parede do poço que se encontra no pátio de entrada do seminário”

Como já tinha referido anteriormente não tenho indicação de que a Charola em tempo algum tivesse estado provida de acesso por uma porta. Se já citei Frei Bernardo de Brito e V. Guimarães, que não referenciam a tal ausência de acesso, mas pelo contrário explicam-nos como era essa tal entrada, mais um posso acrescer a tal constatação. Este é J.M.Sousa (1903) que a determinada altura do seu livro; e passo a transcrever:

“Uma só porta dava ingresso aquelle oratório, era voltada ao nascente e era defendida por dois fortes baluartes…communicavam um com o outro por um passadiço que ainda lá existe por cima da porta primitiva, ao da direita ligava-se um…”

Se concluíram que a Charola era local de iniciação de cavaleiros no pressuposto que o local era vedado de acesso, tal conclusão deverá cair por terra então. Contudo não quer dizer que tal local, independentemente de ter porta, não fosse reservado às coisas de foro intimo da ordem( efectivamente os capítulos eram secretos, pelo menos em Jerusálem). Não se esqueçam no entanto que a população naquele tempo vivia intramuros, ou seja, junto à Charola. É assunto para debate interno um dia destes.

A Prova dos Quatro elementos parece-me coisa plagiada do neo-paganismo dos dias de hoje, retirada dos livros e rituais do Gerald Gardner, eventualmente encomendados ao Aleister Crowley, que no entanto duvido que escrevesse rituais tão simplistas ou naturalistas. Adiante.




No dizer da citação haveria uma entrada pelo poço do seminário. Vejamos a incoerência de tal facto.

Como já bem disse no blog o comentarista Pedro S., tudo indica que o poço seja aquele que se situa no Claustro da Micha. O Azul dá indicação que possa ser o da entrada do Convento para o castelo, mas acabei por não perceber se falava do da Micha ou se o da Torre de Menagem. De certo o da torre de menagem está fora de questão, pois o autor da citação refere-se a seminário, o que nos leva a pensar que só pode-se localizar no convento. ( E atenção que convento e seminário não são equivalentes senão próximos em termos de sinónimo ).

Se o poço é então o do Claustro da Micha, basta dizer que este, a fazer fé na inscrição do portal, teria sido construído em 1534/1546, pelo que na data referida (que diz estar a Charola isolada de comunicação com o exterior) encontrava-se este local fora ( e afastado ) das muralhas. Ou acreditam que tinham os cavaleiros que sair do castelo para voltar a entrar na Charola. Disparate não? Quando aquele claustro e poço com cisterna foram construídos já o pórtico sul de entrada na Charola estava concluído à aproximadamente 20 anos.

Por estes reparos reafirmo o que inicialmente disse; a confusão da citação é tremenda, e talvez até intencional. Tremenda porque baralha locais e datas e intencional porque de outro modo não poderia provocar mistério, pois a verdade não permite tal afirmação.

Continuação da citação:
“Pessoalmente visitei no local ,em 1991,acompanhado por um funcionário do ippar ,uma câmara subterrânea com vestígios numa das paredes de ter havido ai uma entrada que foi posteriormente tapada”

Mas que local? Será que refere-se à parede do poço do Claustro da Micha? Como digo, a descrição na citação está mesmo uma lástima. Acaba por não ter rigor nenhum, e não acredito que seja uma questão de português, mas sim uma tentativa de deturpação dos factos e uma forma de suscitar a imaginação. Concorre em tal feito com Maurice Guinguand, que chega afirmar que Frei Bernardo de Brito veio acompanhado de mais 12 monges fundar um mosteiro beneditino em Portugal e que posteriormente também São Bento optou por vir e daqui irradiou toda a ordem. Facto importante, não? Andam os historiadores a esquecer de fazer publicidade de facto tão enaltecedor. Enfim… De que tenha eu conhecimento nunca São Bento esteve em terras Lusas e Frei Bernardo de Brito viveu no século XVII (e não no sec.VI) e era cronista da Ordem de Cister. Portanto cuidado com o que lêem… ( Mas não deixem de ler o Livro de Guinguand, um clássico do templarismo em Portugal ).

Voltando à citação e assumindo que o tal local é precisamente a cisterna do claustro da Micha, tenho a dizer que efectivamente estou da posse de uma informação valiosa para complemento do que se diz na citação.

Segundo Eugénio Sobreiro de F.e Silva (1958), e depois de se referir aos mistérios das cisternas, diz-nos que na cripta da Micha…
“ Nela se abre uma porta que comunica directamente com a adjacente do Corvo… e possivelmente destinada ao Culto Iniciático dos Tempreiros… “

De facto esta constatação vai de encontro com a citação que estamos analisar. Na citação do Eduardo Amarante; vestígios numa das paredes de ter havido ai uma entrada que foi posteriormente tapada, e nesta última a referência a uma porta. Interessante… no entanto….

Continuaremos num próximo dia….

JOÃO disse...

Gostaria de partilhar convosco algumas informações ,que recebi de fonte anonima,pois sobre este assunto de thomar e templàrios,as pessoas tem receio de falar,descobrimos que a charola ou piramide como algumas pessoas gostam de chamar,tem tanto de altura visivel como de suterrada,estando o chão original a varios metros do atual.Nesse piso original temos a entrada pra um tunel ,cuja largura e comprimento è concideravel,pois os cavaleiros usavam para pecorrer a cavalo,desde a torre de menagem atè a charola afim de fazerem as cerimonias.A charola não tinha porta pro extrior,sò por debaixo do chão.Quanto à cisterna ,que tive a opurtunidade de vesitar ,na torre de menagem ,á 2anos em breve mostrarei fotos que fiz,as salas quelà existem.COMprimentos

arraiolos disse...

quanto ao ultimo relacionado com a charola. de facto existe bastante material q se encontra subterrado. nao tem necessariamente uma relação com a mistica, ou se preferirem, esoterismo templario. o que se passa de facto é aquele local ja havia sido ocupado bastante vezes. a calaçada que vê de uma das janelas no claustro do cemiterio, se nao estou em erro, e q da vista para os paços do infante, é de facto uma calçada árabe...curioso!! sendo ainda possivel ver nesse mesmo espaço o resto de um edificio..mais propriamente um arco...que seria da residencia do alcaide. de facto esses mesmos arabes ja deveriam ter aproveitado os restos de um antigo forte romano, que segundo estudos e escavaçoes teria albergado anteriormente um castro pré-romano. de facto a ideia de os templarios terem escolhido aquele local por obra e graça divina é completamnete ridicula. de facto nao espaço dos castelo templario/convento de cristo ( e que se saiba é maior espaço monumental classificado em portugal) não se encontram mais achados pq o ippar nao autoriza.

Antònio r. disse...

caro amigo sò quem não conhece a historia verdadeira dos templarios,pode pessar que os templarios,eram sò uma força militar,à misterios na humanidade que o ser humano nem sonha.Claro que os templarios muitas vezes utilizavam costruções romanas como è o caso de paris.Quanto ao castelo de tomar a nivel de àrea è o maior do mundo e è claro que è romana uma parte da torre de menagem,quanto a calçada,devia saber que os castelos templarios que eram costruidos,seus costrutores eram arabes ou judeus pois eram as pessoas mais capazes na altura dai essas calçadas parecerem do tempo mulçumano. Quanto ao ippar è melhore nem falar pois o ippar não manda no castelo D.Gualdim paes,nem a onu,mamda sim forças mais poderosas .Não percam tempo com os claustros e o semìnario,por ai não entram em lugar algum,pois tudo foi murado no tempo das invasões françesas.Dediquem-se a parte templaria pois a ordem de cristo não è a sosseçora da parte secreta da ordem templaria.

DEGRACONIS disse...

Informo a todos que irei ausentar-me quase por completo dos comentários do Blog, por razões pessoais que eventualmente um dia poderei partilhar ( fora do blog ). Não deixo no entanto de ir vendo o que se vai passando, mantendo-se o jantar combinado.

arraiolos disse...

senhor antonio, quanto á calçada discordo, pois não me parece que que uma força como os templarios autorizassem a construção segundo normas mulçulmanas. embora ache que não seja este o cerne da questão, e sim, apenas uma observação.
devo reconhecer que não muito por dentro da parte esotérica ligada aos templarios. pois existe tanta informação que é dificil separar o imenso joio do trigo. gostava sim de conseguir aprender mais. De facto o meu estudo sobre os templarios tem incidido na sua presença na terra santa, e quae apenas a nivel militar. dai a minha presença neste bolg. já agora gostaria de saber quem é que manda.

arraiolos disse...

no castelo de Tomar

DEGRACONIS disse...

MISTÉRIO DO SEMINÁRIO REVELADO

Quem tenha vindo acompanhar os diversos comentários, certamente se lembrará da confusão que a citação colocada pelo Azul sobre um tal poço do seminário gerou. Tentou-se perceber da localização de tal seminário, mas à mercê da escassez de dados concretos identificamo-lo como sendo o próprio convento. De certo a citação dava um termo pelo outro. Assim ficámos apaziguados em relação a tal confusão.

Contudo, tal remate à situação não deixou-me satisfeito, e a ser uma citação proferida pelo Pararchi, muito me admirava tal equivalência de palavras por parte de individualidade tão familiar a tais termos.

Na verdade, este não se equivocou nem deu um pelo outro. Das minhas pesquisas consegui perceber o porquê da utilização de Seminário ao invés de simplesmente Convento, porque na verdade trata-se de um convento e não de um seminário. Acontece porém que a partir de 1929 a Horta juntamente com o Pomar e a parcela urbana conventual, propriedade dos Condes de Tomar, passam para a posse de um instituto religioso intitulado – e aqui a explicação – Seminário das Missões Ultramarinas.

Largaram estes missionários o convento em 1990. Calculo que o livro seja dessa data ( tenho-o emprestado pelo que não posso confirmar ) e o termo seminário ainda fosse um termo corrente na altura. Hoje já nem disso quase sabemos.

DEGRACONIS disse...

Uma pergunta para o arraiolos:

É o meu caro residente em arraiolos? A ser, diga-me porque possivelmente poderá ajudar-me a resolver um mistério que assombra-me relativamente ao acesso à sala das iniciações que Umberto Eco frisa no Convento de Cristo.

E porquê Arraiolos? A sem tempo direi.

Arraiolos disse...

meu caro, arraiolos é apenas apelido, eh eh !! quanto a essa referência gostava de o poder ajudar!! ja li o pendulo de foucaullt, julgo ser esse o livro a que se refere!!

DEGRACONIS disse...

Arraiolos,

O livro é esse que cita.
Não sendo de Arraiolos não poderá ajudar-me por agora. De qq forma agradecido.

Anónimo disse...

Eu sou de Arraiolos. Que pretendem...